sábado, 21 de julho de 2012
Hapiness hit her.
É que ele me faz bem demais, o toque dele, o beijo, o sorriso, a forma como ele fala coisas bobas pra me fazer rir, e aquele abraço que me guarda toda ali, pra ele, e as caretas, e as bobeiras. Cada vez que ele me lembra que eu posso ser feliz novamente eu agradeço por tê-lo em minha vida. Ele me mostra cada dia mais que podemos sim ser felizes juntos, eu e ele, como temos sido esses dias, como pretendemos ser, cada vez mais, e sempre juntos. Ele me faz falta o tempo todo, é meu alicerce, é como se sem ele eu não conseguisse me manter completamente sã, de pé, bem e tudo mais. Fico um dia sem ele e parece que passou um mês. Fico um dia com ele e parece que foi só um minuto. No fim das contas eu vejo que eu quero poder ter aquele abraço, aquele afago, tudo aquilo o tempo todo. Eu sinto que cada vez mais me faz bem, cada vez mais se torna essencial pra mim. Como pode no meio de tanta confusão, tanta loucura e desilusões surgir a pessoa certa, pela razão certa, na hora certa, com tudo certo pra te fazer feliz? Não sei. Não que eu me importe, só de tê-lo comigo já basta, entender tanta coisa pra que? Deixa estar. Deixa nossa felicidade vir assim como tá vindo, naturalmente, lindamente, grandemente. Deixa a gente se amar. Deixa essa felicidade invadir minha vida, há tempos eu ando precisando desse baque. Deixa ele conseguir roubar meu coração pra cuidar como provavelmente só ele saberá fazer. Deixa eu ser bobinha com ele, deixa eu ficar rindo à toa cada vez que ele demonstra que sente algo por mim. Deixa eu, deixa ele, deixa a gente ser feliz.
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